Nuvens de Aveia, Cacau e Banana

Receita super simples, prática e rápida, capaz de reunir vários ingredientes da sua despensa que estão precisando ser usados, no caso de uma versão adaptada. É só ter criatividade: castanhas, raspinha de laranja, de limão, coco, ameixa, damasco, especiarias, chocolate amargo...

Ingredientes

1 1/2 xícaras de aveia em flocos finos
1 xícara de farinha de trigo integral fina
1/2 xícara de farinha de trigo branca
1/2 xícara de açúcar mascavo
6 colheres de sobremesa de cacau em pó
1 colher de chá de gengibre ralado em ralo fino
3 bananinhas passa picadas
1 colher de sobremesa de semente de chia (opcional)
Pitada de canela
1/2 xícara de óleo de girassol
2/3 de xícara de água (ou o quanto bastar)

Modo de Preparo
  • Dê uma leve torrada na aveia em uma frigideira com fogo baixo. Isso garante que a mesma fique mais crocante, retirando o sabor de crua;
  • Leva a água, o gengibre ralado e a bananinha picada ao fogo e deixe ferver o tempo necessário para que a bananinha fique mais molinha (mais ou menos 2 minutos);
  • Junte a aveia previamente torrada, e os ingredientes secos (farinhas, açúcar, cacau, semente de chia e canela em pó). Misture bem;
  • Acrescente à mistura o óleo e água com a bananinha e o gengibre ralado, sem peneirar, e mexa até misturar completamente. A quantidade de água acrescentada deve ser suficiente para deixar a massa a ponto de formar os bolinhos com a colher;
  • Deixe descansar por uns 2 minutinhos para que a aveia absorva um pouco do líquido da massa;
  • Unte uma assadeira e molde os bolinhos com uma colher de sobremesa e uma outra para ajudar a soltar a massa da colher;
  • Asse em fogo médio / baixo por 10 a 15 minutos ou até assar completamente, sem ficar do duro. A consistência dele pronto é macia, como um bolinho sem fermento.
  • Ah, por não ter fermento, pode abrir o forno no meio do processo de assar, já que não há perigo de murchar com o contato com o ar frio.
  • Pronto! Huuummmmm!

Essa receita ficou realmente boa. Quase não consigo parar de comer. Acho que o que deixou assim tão especial, foi a bananinha cozida, que ficou super macia e com textura de doce de banana. O bom foi que eu consegui usar umas que tinha que estavam muito duras e não dava para comer.

Vale a pena testar!

Créditos para as queridas D. Mercedes Gomes e Adriana Valverde, que compartilharam a base dessa receita comigo, que foi posteriormente adaptada, e será ainda muitas vezes, porque a ideia é ótima!


Gratidão!

Dicas para alimentação no outono / inverno

Reverências!
Que a paz habite seu coração!

O friozinho chegou!

Época de nos aconchegarmos junto a quem amamos, de filminho, cobertor e cachecol. Mas também época em que estamos mais vulneráveis à gripes e resfriados. Como podemos ter escolhas alimentares sábias a fim de nos mantermos em equilíbrio neste momento?

Lembro que no frio nosso corpo precisa se aquecer e utiliza do processo digestivo para isto. Por esta razão sentimos mais fome. Também temos maior desejo por alimentos pesados, gordurosos e açucarados.

Gostaria de deixar algumas dicas de como escolher os alimentos a serem ingeridos nas estações de outono / inverno:



























Desejo que aproveitemos este período do ano com alegria, paz, afeto e discernimento.

Gratidão!

Teka

O Prazer de Cozinhar

Já ouviu falar de cozinhaterapia? Se o termo já não existe, acabei de inventar.

Gostaria de compartilhar o prazer que me dá ir à cozinha preparar coisas gostosas para mim e para quem amo. Mais prazeroso ainda é saber que são alimentos muito nutritivos.

E como cozinhar a minha própria cozida normalmente me salva de fases de alimentação desregrada...

O gosto por cozinhar estimula o gosto por comer de maneira saudável.

Como é bom viver o prazer de ser saudável e disciplinada!




Alimentação para uma vida feliz

Entendo que alimento é aquele que nutri, que sustenta. E um corpo bem nutrido é sinônimo de bem-estar orgânico, logo, satisfação, contentamento, plenitude.

Felicidade é algo muito próximo e está sempre ao nosso alcance, basta que tenhamos atitudes carinhosas e zelosas conosco, com nosso corpo. Este, que é o único bem que até podemos dizer que “nos pertence” nessa vida, já que seu cuidado está sob nossa exclusiva responsabilidade.
Se não cuidarmos de nós mesmos, quem o fará? E ainda, como podemos cuidar uns dos outros e do planeta em que habitamos sem nos atentarmos ao nosso corpo?

Corpo doente, vida infeliz.

Ou você realmente acredita que felicidade se compra no supermercado, embrulhada em um pacote bem colorido e chamativo, com conteúdo vergonhoso? Ou então, através de substâncias que mascaram diariamente nossa angústia e nossa insatisfação, enquanto nosso corpo, intoxicado, somente nos pede um pouco de cuidado, de amor, de SUTILEZA?

Sinto como se fosse mãe de mim mesma, mãe de meu querido corpo, de minha vida. E isso não significa que estou no controle dos fenômenos externos e internas que ocorrem, mas que sou a responsável por fazer o melhor mim para mantê-lo saudável, logo, alegre e sereno. Sou a responsável pela minha felicidade.

Sejamos sinceros: o que mais queremos da vida senão um “ambiente interno” de satisfação, de contentamento, de tranqüilidade?

Indo para além do conceito “você é o que você come”, a sabedoria milenar do ayurveda afirma: “você é o que você digere”. E eu concordo.
Outro dia comi uma deliciosa refeição elaborada com elementos nobres e altamente nutritivos, mas que não combinavam entre si e, não conseguindo digerir adequadamente aquele conteúdo, meu corpo ficou repleto de gases intestinais e de desconforto.

A escolha alimentar para uma vida feliz é simples e acessível, basta que ouçamos às necessidades que nosso corpo revela a cada instante.
Às vezes o que ele pede é uma comidinha quentinha e substanciosa, para aquecer-se e nutrir-se. E, em momentos de calor, uma comida leve e refrescante.
Portanto, melhor que lermos à teorias, é tomarmos nosso corpo como mestre, este que é fonte de sabedoria infinita, consultando-o e compreendendo suas necessidades. E claro, buscando atendê-las, para nosso próprio bem. 
Para que lutarmos contra a natureza da vida se podemos, ao invés disso, dançar uma linda canção ao seu lado?

Gostaria de abordar neste blog não somente a questão da alimentação através de comidas, mas também de nutrição para a alma, compartilhando mensagens que me fazem sentido dentro da minha caminhada pelas trilhas do autoconhecimento.

Peço licença para postar, além das experiências e estudos de minha autoria, conhecimentos obtidos e compartilhados por outros, tesouros que, no meu ponto de vista devem ser acessíveis á quem os procura.

Finalizo alertando: não tome o que digo como verdade. Descubra por si. Será mais profundo e revelador.

Gratidão à Fonte da Vida que me concede a oportunidade de partilhar de suas dádivas (alimentos, felicidade, sabedoria e queridos amigos)! Que alegria!

Teka